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Baixa Libido: Causas, Tratamento e Como a TCC Pode Ajudar

Um espaço sigiloso para falar do desejo que diminuiu, sem culpa e sem julgamento, e entender, no seu ritmo, o que está pesando.

  • Psicóloga Lilian Agne · CRP 04/76908
  • Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Atendimento online no Brasil e no exterior
Conversar pelo WhatsApp

Sessão sigilosa · Sem julgamento · Sem sala de espera

Baixa libido é a diminuição do desejo sexual que se mantém por um tempo e incomoda você ou a relação. A libido baixa pode ter causas emocionais, da relação e físicas, que muitas vezes se somam, e tem tratamento: a terapia cognitivo-comportamental ajuda a entender o que está pesando no desejo, junto com a avaliação médica quando é preciso.

O que causa a baixa libido

O desejo muda com a fase da vida, com o corpo, com as emoções e com a relação, e por isso a falta de libido raramente tem uma causa só.

Entre as causas emocionais estão a ansiedade, a depressão, o estresse, o cansaço e a autoimagem negativa. Na relação, pesam a falta de comunicação e os conflitos que não se resolvem. Entre as causas físicas, alguns distúrbios crônicos, a menopausa e determinados medicamentos, como antidepressivos, opioides, alguns anticonvulsivantes e betabloqueadores (Manual MSD, transtorno de desejo/interesse sexual, atualizado em janeiro de 2026).

A dor também afasta o desejo: quando o sexo dói, o corpo aprende a evitar. Entenda a dispareunia (dor na relação sexual).

É mais comum do que parece. Num estudo com 1.219 mulheres brasileiras, 26,7% relataram falta de desejo sexual (Abdo e colaboradores, International Journal of Impotence Research, 2004). Nos homens, a baixa libido masculina também pode vir do estresse, da ansiedade de desempenho e da tensão na relação, além das causas físicas.

A terapia cuida do que é emocional e relacional. Algumas causas são físicas: se você ainda não passou por avaliação médica ou ginecológica, ela faz parte do cuidado. Para conhecer caminhos para aumentar a libido, leia o artigo.

A falta de desejo é um sinal de que algo pede atenção, e ela merece cuidado sem culpa.

Desejo sexual hipoativo: quando procurar ajuda

Desejo sexual hipoativo é o nome clínico da falta de desejo que se mantém. Segundo o Manual MSD, a falta de interesse só é considerada um transtorno quando causa angústia significativa: o que define o problema não é um número de relações, e sim o sofrimento de quem vive a situação (Manual MSD, transtorno de desejo/interesse sexual, atualizado em janeiro de 2026).

Vale procurar ajuda quando a falta de desejo se mantém, quando você sente falta do desejo que tinha, quando ela vira motivo de culpa ou de briga, ou quando o sexo passou a ser evitado.

Lilian Agne, psicóloga, CRP 04/76908

O cuidado tem duas frentes. O ginecologista, o urologista ou o clínico avaliam o que é físico, como hormônios e medicamentos. A psicóloga Lilian Agne, CRP 04/76908, cuida do que é emocional e relacional, com a terapia cognitivo-comportamental e especialização em Terapia Cognitiva Sexual e de Casal.

Disfunção sexual feminina

Disfunção sexual feminina é o nome amplo para as dificuldades com o desejo, a excitação, o orgasmo ou a dor na relação. A baixa libido é uma delas, e elas costumam se misturar: a dor pode tirar o desejo, e a falta de desejo pode dificultar a excitação e o orgasmo.

Quando o orgasmo não vem, mesmo com desejo, a dificuldade tem outro nome: anorgasmia. Para entender como o desejo funciona no corpo e nas emoções da mulher, leia como funciona a libido feminina.

Nenhuma dessas dificuldades é motivo de vergonha. Elas têm tratamento, e o primeiro passo é conversar sobre elas.

Tratamento psicológico com TCC

A terapia sexual na abordagem cognitivo-comportamental ajuda a entender o que está pesando no desejo e a lidar com isso, em sessões online por vídeo. Os atendimentos são online; semanais ou quinzenais, depende de cada caso. A consulta tem duração média de 50/60 minutos e é realizada pelo WhatsApp, por chamada de vídeo, ou pelo Google Meet, você escolhe.

  1. Primeiro contato e primeira sessão

    Você envia uma mensagem pelo WhatsApp, tira as dúvidas e escolhe o horário. Na primeira sessão será realizada uma avaliação inicial, para assim desenvolver um plano de tratamento personalizado, conforme seu caso. O valor e as condições são combinados diretamente, antes da primeira sessão.

  2. Entender o que pesa no desejo

    Nas sessões, você olha para o que mudou: o estresse, o cansaço, as crenças sobre o sexo, a autoimagem, os conflitos da relação.

  3. Pensamentos, crenças e sensações

    A terapia trabalha os pensamentos que afastam o desejo, como a cobrança, a culpa e a comparação, e ajuda você a voltar a prestar atenção às sensações, sem pressão.

  4. A parceria, quando faz sentido

    Quando a falta de desejo afeta a relação, a parceira ou o parceiro pode participar de algumas sessões, para conversar sem cobrança.

Dúvidas frequentes

Se a sua dúvida não estiver aqui, pergunte pelo WhatsApp. Para ler mais sobre o tema, veja o artigo sobre libido feminina.

É a diminuição do desejo sexual, quando ela se mantém e incomoda você ou a relação. Pode ter causas emocionais, da relação e físicas.

Quando o interesse por sexo diminuiu em relação ao que era para você, e essa mudança se mantém e incomoda. Não existe um número certo de relações: o que conta é o que você sente.

Ansiedade, estresse, cansaço, depressão, autoimagem negativa e problemas na relação, além de causas físicas como a menopausa, alguns medicamentos e doenças crônicas. Muitas vezes, mais de uma ao mesmo tempo.

Estresse, ansiedade de desempenho, depressão e tensão na relação, além de causas físicas que o médico ou o urologista avalia. Muitas vezes, mais de uma ao mesmo tempo.

É o nome clínico da falta de desejo sexual que se mantém e causa sofrimento. A terapia ajuda a entender o que está por trás dela.

O ginecologista, o urologista ou o clínico avaliam as causas físicas. A psicóloga cuida das causas emocionais e da relação, e as duas frentes podem andar juntas.

Não. Na baixa libido, falta o desejo; na anorgasmia, o desejo e a excitação podem existir, e o orgasmo é que não vem.

Conversando sem cobrança e sem culpa sobre o que mudou. A terapia, individual ou com o casal, ajuda a entender o que pesa no desejo e a viver a intimidade de outro jeito.

Sim. As sessões por vídeo têm a mesma estrutura das presenciais: conversa, técnicas da TCC e tarefas entre as sessões, com privacidade.

Agendar avaliação

Falar sobre a falta de desejo pode ser difícil. Aqui a conversa acontece sem julgamentos, com uma psicóloga com mais de 20 anos de prática clínica, em sessões online, no seu tempo e de onde estiver.

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